No CI, com um XFS apagado pelo kernel, a recuperação por metadados não acha nada (o kernel zera
o inode e as extensões); o carving recupera o conteúdo de arquivos com estrutura reconhecível.
O teste de nome e pasta fica ignorado até o Guará ler o diário, e o roadmap e a documentação
passam a dizer isso em vez de marcar o XFS como validado.
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scripts/make-xfs-real-deletion.sh (precisa de root) monta uma imagem XFS por loop, grava
arquivos, apaga alguns e desmonta, deixando o hash de cada um em expected.tsv. O teste confere
que cada arquivo apagado volta pelo nome, na pasta certa e com o conteúdo original, e que os que
ficaram não aparecem como apagados. O CI do Linux gera a imagem com sudo e exige o teste.
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Os testes com imagens reais (BitLocker, FileVault 2, dfvfs, AFF4, discos virtuais) só rodavam
na máquina de quem baixava as imagens; no CI eram pulados em silêncio. Agora o script de
download roda nos três sistemas, com cache pela versão do script.
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guara sign keygen, file, verify e recovery. Com chave configurada, recover e report
assinam sozinhos o manifesto e o relatório. A assinatura cobre hash, tamanho, nome, hora e
assinante e é Ed25519 comum (conferida com o openssl). A conferência de uma pasta de
recuperação refaz o hash de cada arquivo contra o manifesto e não deixa o manifesto apontar
para fora da pasta. A hora é a do relógio local, sem carimbo de terceiros (RFC 3161).
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QCOW2 e VMDK filhos leem o pai no que não alocaram (o QCOW2 respeita o formato do apoio;
o VMDK acha o pai por nome ou, no VirtualBox, por UUID, e recusa o filho se o CID do pai
mudou). Chunks LZFSE do DMG usam lzfse_rust, conferidos com dados do compressor de
referência da Apple. Snapshot real do VirtualBox entra como fixture.
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Os marcos 1.1 e 1.2 já foram lançados com outro conteúdo, e os contêineres de
disco virtual deixaram de ser pendência (restam só os casos recusados).
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Versões, changelog e roadmap: discos virtuais (QCOW2, VMDK, VHD, VHDX, DMG), trilha
de auditoria encadeada por hash, relatório em PDF e mapa de espaço livre do APFS.
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guara report relatorio.pdf (e o botão de relatório da interface, pela extensão) gera
as mesmas seções do HTML em PDF com fontes padrão, sem dependência nova. O relatório,
em PDF e HTML, passa a trazer a situação da trilha de auditoria e o hash da última
entrada. Conferido com pdfinfo e pdftotext.
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Cada ação sobre a evidência (inspect, scan, recover, image, hash, search, verify,
exportações e sessões) vira uma linha JSON com usuário, máquina, hora UTC e detalhes,
encadeada por SHA-256. guara audit lista e --verify aponta a entrada onde a cadeia
quebra. Senhas e chaves nunca entram no registro.
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Percorre o spaceman, os chunk-info blocks e os bitmaps para entregar à varredura
profunda só os blocos não alocados. Contêineres com CAB voltam a varrer o volume
inteiro, com aviso. Conferido com a imagem de referência do dfvfs.
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Cada contêiner é aberto como o disco que contém, somente leitura, pela mesma
open_path das imagens E01 e AFF4. VHD e VHDX diferenciais seguem a cadeia de pais.
QCOW2 com arquivo de apoio, VMDK com pai, DMG cifrado e LZFSE são recusados com o
motivo. Conferido por hash contra o 7-Zip em imagens reais do dfvfs e do VirtualBox.
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Consolida os PRs #27-#30 do Dependabot. O lz4_flex 0.14 exige a feature alloc quando default-features = false, caso contrário a API decompress que retorna Vec não é compilada.
Docker do terminal, telas da interface, documentação em inglês com
tradução em português, interface em inglês completa, correção das
listas de select no tema escuro e atualização de getrandom, windows-sys
e GitHub Actions. Sem mudança na lógica de varredura ou recuperação.
cargo fmt, clippy -D warnings e cargo audit limpos.
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Substitui os PRs #2 e #6 do Dependabot, que foram fechados e não são
recriados. Só o guara-core usa a crate (acesso a dispositivos no
Windows); o Cargo.lock passa a ter menos versões duplicadas.
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Substitui os PRs do Dependabot #4, #7 e #9, que foram fechados e não são
recriados. O github-script só é usado no release.yml, apenas com
github.rest, context e require('fs'), que seguem valendo na versão 9.
tauri-action continua em v0 de propósito: a v1 passa a atualizar nome e
corpo de releases existentes e isso não dá para testar sem uma release.
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Seis imagens (explorador claro, escuro e Configurações, em inglês e
português) da interface real rodando sobre uma imagem sintética de 72
fotos geradas por scripts/make-photo-fixture.py. Página nova
docs/interface.md (en e pt-BR) e imagem na página de arquitetura.
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O .select tem fundo translúcido e as option herdavam só a cor do texto.
No tema escuro (ou Auto com o sistema em escuro) o texto fica claro e a
lista aberta do navegador vinha com fundo branco: o seletor de Idioma e
o de Ordenar ficavam ilegíveis. As option agora usam --surface e --text.
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Achados ao rodar a interface real em inglês e varrer o DOM:
- campos de metadados (EXIF, PDF, MP4), tipos de arquivo e rótulos de
saúde do disco que vêm do núcleo em Rust;
- textos que a interface divide em nós separados ("1 selecionado",
"Sessão: nome", "Imagem · 27 KB", categorias com emoji);
- avisos do visualizador de SQLite.
Datas e títulos de mês são montados em JS no momento do desenho e
ficavam no idioma antigo depois de trocar em Configurações. O
explorador ganha relang() e a janela de Configurações o chama.
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Dockerfile em dois estágios (compila guara-cli e copia o binário para
debian-slim com smartmontools). Serve para hospedeiros Linux, servidores
sem desktop e arquivos de imagem forense. A interface gráfica fica de
fora de propósito: o guara ui só aceita 127.0.0.1.
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