Só a logo nova: o guará com o anel laranja, uma arte transparente para os dois temas, no app, no
favicon, nos ícones e no README. Sem mudança de comportamento.
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Versões, changelog e roadmap: atualização pelo próprio app, assinaturas Ed25519, QCOW2 e VMDK
diferenciais, DMG com LZFSE, imagens de referência no CI dos três sistemas e o teste de exclusão
real do XFS (que rebaixa o XFS para 🟡).
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Ao abrir, o app consulta o latest.json da release no GitHub; havendo versão nova, um cartão
oferece Atualizar agora: baixa, confere a assinatura com a chave pública embutida, instala e
reabre (AppImage substituído no lugar; Windows e macOS pelo instalador). Instalação por .deb ou
.rpm só avisa. Configurações ganha a opção de desligar a consulta e o botão Verificar agora.
A release assina os pacotes com a chave guardada no ambiente 'release' do GitHub (só tags v*) e
o latest.json é montado de uma vez por scripts/make-latest-json.py, depois que todos os jobs
de empacotamento terminam.
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guara sign keygen, file, verify e recovery. Com chave configurada, recover e report
assinam sozinhos o manifesto e o relatório. A assinatura cobre hash, tamanho, nome, hora e
assinante e é Ed25519 comum (conferida com o openssl). A conferência de uma pasta de
recuperação refaz o hash de cada arquivo contra o manifesto e não deixa o manifesto apontar
para fora da pasta. A hora é a do relógio local, sem carimbo de terceiros (RFC 3161).
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QCOW2 e VMDK filhos leem o pai no que não alocaram (o QCOW2 respeita o formato do apoio;
o VMDK acha o pai por nome ou, no VirtualBox, por UUID, e recusa o filho se o CID do pai
mudou). Chunks LZFSE do DMG usam lzfse_rust, conferidos com dados do compressor de
referência da Apple. Snapshot real do VirtualBox entra como fixture.
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Os marcos 1.1 e 1.2 já foram lançados com outro conteúdo, e os contêineres de
disco virtual deixaram de ser pendência (restam só os casos recusados).
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Versões, changelog e roadmap: discos virtuais (QCOW2, VMDK, VHD, VHDX, DMG), trilha
de auditoria encadeada por hash, relatório em PDF e mapa de espaço livre do APFS.
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Docker do terminal, telas da interface, documentação em inglês com
tradução em português, interface em inglês completa, correção das
listas de select no tema escuro e atualização de getrandom, windows-sys
e GitHub Actions. Sem mudança na lógica de varredura ou recuperação.
cargo fmt, clippy -D warnings e cargo audit limpos.
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
README, ROADMAP, CHANGELOG, CONTRIBUTING, SECURITY e docs/ passam a ter
a versão principal em inglês. As versões em português ficam em
*.pt-BR.md e docs/pt-BR/, com seletor de idioma no topo de cada arquivo.
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
README reescrito refletindo o estado real pós-1.0.0 (ext4, APFS, HFS+,
Btrfs, XFS, BitLocker, LUKS, FileVault 2, RAID, LVM, E01/Ex01, AFF4, JPEG
fragmentado, MP4 sem moov), com links para a documentação nova.
ROADMAP.md: histórico de versões e dez áreas com estado (feito, parcial,
planejado, ideia de longo prazo), incluindo cadeia de custódia, análise
forense, interpretação de artefatos e extração de dispositivos móveis.
docs/suporte.md, docs/cli.md e docs/arquitetura.md: matriz de suporte,
referência de comandos e mapa dos módulos do núcleo. Removido docs/ do
.gitignore, já que passa a ser documentação pública do projeto.
CONTRIBUTING.md: seções para adicionar sistema de arquivos, baixar dados
de referência e manter a documentação atualizada.
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