fix(webmail): acertos de interface e mover mensagens entre pastas
Cc/Cco. Os dois rótulos do compositor eram o último texto em inglês que restava, e "Bcc" tem nome próprio em português - quem não conhece a abreviatura inglesa não adivinha o que o campo faz. Larguras. A barra lateral tinha 244px fixos e nela não cabia "Console de administração", que transbordava no telemóvel e no computador: o botão passa a mostrar um rótulo curto e guarda o nome completo no tooltip. O endereço da conta usava break-words e partia-se a meio do domínio, deixando um "br" sozinho na linha de baixo; passa a truncar com o valor inteiro no tooltip. A lista tinha 404px fixos e o leitor 760px centrados, portanto num ecrã largo os assuntos eram espremidos numa coluna estreita enquanto o leitor ficava entre duas margens enormes. Ambos crescem agora com a janela. O assunto ganha overflow-wrap: os Message-ID dos relatórios do Google são uma única "palavra" sem espaços, mais longa que a coluna, e sem sítio onde quebrar saíam da linha. Imagens remotas. A escolha era reposta sempre que uma mensagem era aberta, por isso a mesma newsletter tinha de ser desbloqueada em cada leitura. A decisão passa a ser lembrada por remetente, com um segundo botão para a retirar. Bloqueado continua a ser o que acontece por omissão: uma imagem remota é um aviso de leitura que o remetente não pediu licença para receber. Assinatura. Era escrita num textarea - texto simples com quebras de linha reais - e injetada no compositor com innerHTML, onde uma quebra de linha é espaço em branco: todas desapareciam. Passa a ser um campo rico, com negrito, itálico, links e imagens, guardado como HTML e sanitizado nos dois sentidos, já que este valor é injetado como marcação na origem do webmail. Assinaturas guardadas pelo campo antigo continuam a funcionar: as suas quebras de linha são convertidas. Mover entre pastas. Faltava a única ação corrente que o leitor não tinha: arquivar uma mensagem para fora da caixa de entrada era impossível. Enviados e Rascunhos nunca são destino - descrevem como a mensagem veio a existir, não onde o leitor a arrumou - mas sair deles é permitido. Pastas criadas pelo utilizador, que não têm papel special-use, são destino como qualquer outra. Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
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f179cb1f27
20 files changed
+911
-37
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@@ -64,6 +64,10 @@ type WebmailRepository interface {
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MarkSeen(ctx context.Context, mailboxID, folderName string, uid uint32, seen bool) error
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// Expunge soft-deletes one message, keeping the folder counters in step.
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Expunge(ctx context.Context, mailboxID, folderName string, uid uint32) error
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// MoveToFolder relocates one message into a named folder and returns its
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// new UID there. A UID is meaningful only inside one folder, so the
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// message keeps its identity and its blob but is renumbered.
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MoveToFolder(ctx context.Context, mailboxID, folderName string, uid uint32, target string) (uint32, error)
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// MoveToTrash relocates one message into Trash and returns its new UID
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// there. This is what deleting a message means everywhere but in Trash
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// itself, where Expunge is the operation instead.
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