Chegava como conversa nova. Ia sem qualquer cabecalho de encadeamento,
por isso todos os clientes de correio a mostravam solta, sem relacao
com a mensagem que a tinha desencadeado - e quem escreveu tinha de
descobrir sozinho a qual dos seus emails aquilo respondia.
In-Reply-To nomeia a mensagem que esta a ser respondida e References
leva a cadeia inteira, que e o que permite a um cliente colocar a
resposta no sitio certo mesmo quando nunca viu as mensagens pelo meio
(RFC 5322 seccao 3.6.4). A cadeia e limitada em comprimento: uma
conversa longa faria este cabecalho crescer sem fim.
O assunto passa a ecoar o original - "Fora do escritorio: Re: Proposta
comercial" - porque e o que a pessoa le na sua lista, e porque ha
clientes que agrupam pelo assunto e nao apenas pelos cabecalhos. O
texto configurado fica como prefixo em vez de ser substituido, para
continuar a dizer o que a mensagem e. Um assunto que ja anuncia ser
resposta nao recebe um segundo "Re:".
Sem Message-ID no original nao se escreve nada: apontar para uma
mensagem inexistente faria os clientes mostrarem a resposta agarrada a
nada. Um Message-ID com quebra de linha e recusado por inteiro - viria
de um remetente remoto, e uma quebra ali terminaria o cabecalho e
deixaria o resto ser lido como mais cabecalhos.
Os cabecalhos que impedem dois respondedores automaticos de se
responderem um ao outro continuam todos la, com teste que o garante.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
A metade que faltava. O motor já existia e nada o chamava; agora o
caminho de entrega consulta as regras da caixa que está a receber, e a
resposta de ausência é mesmo enviada.
Cada destinatário tem as suas próprias regras, avaliadas sobre a sua
própria cópia: duas caixas neste servidor que recebem a mesma mensagem
podem arquivá-la em sítios diferentes.
Nada disto pode impedir o correio de chegar. Um script que não faz
parse, ou uma base de dados que não responde, deixa a mensagem ser
entregue sem filtro em vez de a recusar - recusar diria ao remetente
que a mensagem falhou, e o servidor dele voltaria a tentar para sempre.
discard é aceitar e depois deitar fora, pela mesma razão: uma regra de
arquivo não é uma rejeição.
A resposta de ausência sai pela mesma fila, assinatura e limites de
envio que qualquer outra mensagem deste servidor - não é um caminho
especial - e só depois de a mensagem que a desencadeou estar guardada,
para não responder a correio que a caixa afinal não recebeu. Leva
Auto-Submitted: auto-replied, que é o que impede duas caixas ambas de
férias de se responderem uma à outra até uma esgotar a quota.
Pastas próprias. Só existiam as seis padrão, portanto uma regra que
dizia "arquiva isto em Faturas" nomeava uma pasta que não havia como
criar. Criar, renomear e apagar, com as reservadas protegidas: cada uma
delas significa alguma coisa para o protocolo ou para este servidor, e
deixar renomear a INBOX partia caminhos que nenhuma mensagem de erro
explica. Renomear não mexe nas mensagens nem nos UIDs, senão um cliente
IMAP perdia de vista tudo o que lá está dentro.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>