Regras. A tela pedia um tipo de correspondência do Sieve pelo nome -
:contains, :is, :matches (regex) - e colava o valor escrito
diretamente num script. Punha uma linguagem de padrões à frente de
quem só queria dizer "o que vem do banco vai para Faturas", e bastava
uma aspa no valor para o script deixar de fazer parse, desativando
silenciosamente todas as regras de uma vez.
O vocabulário passa a ser o de quem escreve: um campo, uma condição em
português, um valor e uma ação. Os curingas são gerados a partir de
"começa com" e "termina com" - ninguém os escreve, e um asterisco
escrito por acaso continua a ser um asterisco. A pasta de destino é
escolhida de uma lista das pastas que existem mesmo, em vez de ser
escrita à mão: antes uma regra podia nomear uma pasta inexistente e
nunca disparar, sem dizer porquê.
A ordem passa a ser visível e alterável, porque a primeira regra que
arquiva uma mensagem decide para onde ela vai.
Um script que esta tela não consegue exprimir - escrito à mão, ou por
um cliente de secretária sobre ManageSieve - é mostrado tal como está,
em vez de ser reescrito na coisa mais parecida que este formulário sabe
dizer, o que mudaria em silêncio o que o correio de alguém faz.
Pastas próprias. Existiam na base de dados e as regras podiam arquivar
nelas, mas a barra lateral listava só as seis fixas, portanto não havia
como ver uma - nem como criar. Criar fica onde a vontade aparece, na
própria barra; apagar avisa que leva as mensagens junto, porque leva.
Encontrado a escrever isto: o motor tratava "\\*" como barra seguida de
curinga em vez de um asterisco literal. Como é esta tela que gera os
curingas, uma regra sobre um assunto com "50% *" teria correspondido a
todos os assuntos começados por "50% ". Corrigido no motor, com testes
dos dois lados.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
Primeira metade do que falta para a ausência e os filtros funcionarem:
o motor em si, como domínio puro e testável, ainda sem estar ligado à
entrega.
É um subconjunto deliberado do RFC 5228 mais o vacation do RFC 5230:
os testes e as ações que a interface gera e que um script escrito à
mão provavelmente usa - header com :is, :contains e :matches, anyof,
allof, not, if/elsif/else, fileinto, discard, addflag, keep, stop e
vacation. O que não entende é recusado em vez de ignorado: uma regra
que o utilizador escreveu e que silenciosamente não faz nada é pior do
que uma que diz que não consegue correr.
:matches é correspondência com curingas, não expressão regular. Em
Sieve todos os outros caracteres são literais, portanto "a.b@x.test"
tem de casar apenas com um ponto verdadeiro; compilá-lo como regex
faria casar também "axb@x.test" e entregaria a um autor de scripts toda
a gramática das expressões regulares, incluindo padrões que levam tempo
exponencial numa linha de assunto construída para isso. O algoritmo faz
backtracking iterativo, linear no caso comum, e há um teste com limite
de tempo que falha se voltar a ser exponencial.
A parte da ausência que realmente importa é quando não responder. O
RFC 3834 é a regra: responde-se à mensagem de uma pessoa e a mais nada.
Remetente de envelope vazio, auto-submitted, precedence bulk, qualquer
cabeçalho de lista, x-auto-response-suppress, endereços reservados como
mailer-daemon, e a própria caixa - nenhum recebe resposta. É assim que
uma caixa evita responder a uma lista à frente de toda a gente, ou
entrar num ciclo com outro respondedor automático.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>