Regras. A tela pedia um tipo de correspondência do Sieve pelo nome -
:contains, :is, :matches (regex) - e colava o valor escrito
diretamente num script. Punha uma linguagem de padrões à frente de
quem só queria dizer "o que vem do banco vai para Faturas", e bastava
uma aspa no valor para o script deixar de fazer parse, desativando
silenciosamente todas as regras de uma vez.
O vocabulário passa a ser o de quem escreve: um campo, uma condição em
português, um valor e uma ação. Os curingas são gerados a partir de
"começa com" e "termina com" - ninguém os escreve, e um asterisco
escrito por acaso continua a ser um asterisco. A pasta de destino é
escolhida de uma lista das pastas que existem mesmo, em vez de ser
escrita à mão: antes uma regra podia nomear uma pasta inexistente e
nunca disparar, sem dizer porquê.
A ordem passa a ser visível e alterável, porque a primeira regra que
arquiva uma mensagem decide para onde ela vai.
Um script que esta tela não consegue exprimir - escrito à mão, ou por
um cliente de secretária sobre ManageSieve - é mostrado tal como está,
em vez de ser reescrito na coisa mais parecida que este formulário sabe
dizer, o que mudaria em silêncio o que o correio de alguém faz.
Pastas próprias. Existiam na base de dados e as regras podiam arquivar
nelas, mas a barra lateral listava só as seis fixas, portanto não havia
como ver uma - nem como criar. Criar fica onde a vontade aparece, na
própria barra; apagar avisa que leva as mensagens junto, porque leva.
Encontrado a escrever isto: o motor tratava "\\*" como barra seguida de
curinga em vez de um asterisco literal. Como é esta tela que gera os
curingas, uma regra sobre um assunto com "50% *" teria correspondido a
todos os assuntos começados por "50% ". Corrigido no motor, com testes
dos dois lados.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
Todos estes foram reproduzidos na interface real, com a conta em
mail.lucasrguerra.dev.br, e não em teste.
Contadores das pastas. O badge caía para o total sempre que não havia
nada por ler, no mesmo lugar e no mesmo estilo do contador de não
lidas: uma caixa de entrada com catorze mensagens lidas mostrava "14",
e ler mais uma nunca movia o número - ele nunca esteve contando o que
o leitor pensava. Os dois números agora são visualmente distintos e o
de não lidas só aparece quando existe mensagem por ler.
Em Rascunhos o badge e o total são o mesmo número por definição, então
o sidebar imprimia-o duas vezes: "Rascunhos 1 1". A regra passou para
folderBadge, onde é testada, e o tamanho da pasta é renderizado num
único sítio.
Ações do leitor. Todas as mensagens ofereciam os mesmos quatro botões,
onde a pasta devia decidir. Um e-mail que o próprio utilizador enviou
oferecia "marcar como não lida" - uma flag que nada lê numa pasta onde
nada é entregue - e um rascunho por acabar oferecia Responder e
Encaminhar, mas nenhuma forma de o terminar. Abrir um rascunho agora
abre o compositor com o que estava escrito e adota o seu UID, para que
continuar a escrever substitua esse rascunho em vez de deixar o antigo
para trás. Em Lixeira o botão de apagar diz que apaga em definitivo,
porque é o que faz.
Anexos. t("mail.attachments") era chamado sem o parâmetro que a string
declara, e a interface mostrava literalmente "Anexos ({count})" nos
três idiomas. Na lista, que sabe que há anexos mas não quantos, passa a
nomear o facto em vez de imprimir uma contagem que não tem.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>
The counts were computed inline in JSX where nothing could test them. The
sidebar matched a folder by a special-use role folders do not always carry, its
badges were fetched once and then froze - new mail did not raise them and
reading a message did not lower it - and the list header printed the size of
the loaded page, capped at 50, as the size of the folder. The rules now live in
mailCounts.ts behind tests, useFolders keeps them current from the server's
push and from this tab's own changes, and each filter chip carries its number.
Inline images never left the server: RenderMessage dropped every part a body
references as cid:, so mail written by any normal client rendered with broken
icons. They now come back as bounded data URIs, refusing image/svg+xml, and the
reader resolves them, sizes its frame from the message instead of a fixed
500px, and renders on the light surface mail assumes.
Reading mail no longer asks for a second factor - the mailbox is behind the
account's own password - while the console still requires one unconditionally,
now collected by a step-up that does not ask again for the password the session
in hand just proved. An admin sign-in issues the webmail session too, so
leaving the console is a link rather than another login.
Two defects found while testing the above:
- The admin sign-in checked the password and the second factor and never the
role, so any account that had enrolled a factor from its own settings could
obtain an admin-audience session.
- Session tokens carried nothing that varied below one second, so signing in
twice within the same second minted the identical token and collided with
the unique index on web_sessions.refresh_token_hash. A correct password
answered 500, and a double-clicked sign-in was enough to do it. Tokens now
carry a jti.
Co-Authored-By: Claude Opus 5 <noreply@anthropic.com>