update_apply used to flatly refuse to run for the GUI binary and point
the user to a manual download instead. Since both desktop apps already
elevate to root/administrator before showing their window, the
process applying the update already has everything it needs — no
second authentication round is required.
- New guara_core::update::apply_desktop[_with_progress], alongside the
existing CLI-only apply() (left untouched): detects the install kind
at runtime (AppImage via the APPIMAGE env var — current_exe() is
unreliable there, same FUSE-mount issue elevated_exe() already works
around and this reuses; Deb otherwise on Linux; WindowsInstaller on
Windows), matches the right release asset by the GUI bundle naming
(_amd64/_aarch64.AppImage, _amd64/_arm64.deb, _x64-setup.exe — a
different suffix convention than the CLI tarballs), verifies SHA-256
when a sidecar is published, and installs:
- AppImage: downloads to a temp file in the same directory (same
filesystem, atomic rename), renames over the running file, execs
it in place (same PID, same already-root privileges — no elevation
dance needed).
- .deb: runs `dpkg -i` directly (already root), then execs
current_exe() again now that dpkg replaced it on disk.
- Windows: runs the downloaded installer with /S (silent) detached,
then exits immediately to release the file lock on our own .exe.
Does NOT claim to relaunch the app afterwards — there is no
documented NSIS or Tauri flag for that (verified against NSIS's
and Tauri's own docs: Tauri's own updater restarts the app from its
own Rust code after the installer exits, not via a command-line
switch), and blocking here on the installer's exit status risks a
self-deadlock if its script waits for this process to close before
it can overwrite the running .exe. Needs a real Windows machine to
confirm the actual post-install behavior.
- Engine::update_apply_desktop wires it into the Tauri `update_apply`
command, which now also takes AppHandle and emits `update-progress`
events (downloading/verifying/installing/restarting) for the UI.
- Sabiá: the existing #btnUpdate handler changed the button's label to
"update to X" but never actually called apply — wired it for real,
with the same progress feedback.
- Guará: restored the "Update now" action in the update card (removed
during the updater-unification migration), wired to the new command.
- scripts/build-gui.sh: generates a .sha256 next to every file in
dist-gui/, matching the existing convention for CLI release
archives, so apply_desktop can verify downloads the same way CLI
update --apply already does.
- 3 new unit tests per repo: install-kind detection, GUI asset suffix
matching against real release naming, and the existing CLI-refusal
test still passes unchanged.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01VAyr8d7HuAdUGB6aA5xmDD
Replaces the signed tauri-plugin-updater (latest.json manifest, minisign
key pair) with the same simple mechanism Sabiá already uses: query the
Gitea Releases API directly, download the matching platform archive,
verify its SHA-256 checksum, and swap the binary in place. The CI job
that built the old latest.json manifest is removed in the next commit,
alongside an unrelated runner-routing change to the same workflow file.
- New guara-core::update module (check/apply), ported from
sabia-core::update and adapted to Guará's own release asset naming
(guara-<tag>-<platform>.tar.gz, matching scripts/package-cli.sh).
- New Engine::update_check / Engine::update_apply, wired into the RPC
service for the browser UI.
- New CLI subcommand: "guara update" (check) and "guara update --apply"
(download, verify, replace), mirroring "sabia update".
- GUI: replaced the Tauri plugin-updater flow (download_and_install,
update-progress events, in-app restart) with a call to the new
update_check/update_apply commands. The desktop app can no longer
self-install in one click — it now points the user to the Releases
page, same as Sabiá's desktop app already does.
- Removed tauri-plugin-updater, createUpdaterArtifacts and the
updater.pubkey config, the signing-key loading in build-gui.sh, the
CI step testing the old latest.json generator, and the now-unused
make-latest-json.py/test_make_latest_json.py scripts.
- Documented the break for existing installs in CHANGELOG.md /
CHANGELOG.pt-BR.md: versions up to 1.3.2 won't find this release
automatically and need one manual download.
Trade-off accepted knowingly: SHA-256 verifies integrity against
Gitea's own API but, unlike the retired signed mechanism, does not
protect against a compromised Gitea server independently of it. This
is Lucas's own self-hosted instance, not a third-party mirror.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01VAyr8d7HuAdUGB6aA5xmDD
Completes the English-only standardization for code, comments, scripts
and CI templates (UI/CLI-facing strings stay bilingual pt-BR/en,
untouched). Covers the remaining crates/, apps/gui/ui/ and
apps/gui/src-tauri/ comments, .gitea/ workflow and template comments,
.githooks/ hooks, and the scripts/ source comments for the files
already renamed in a prior commit (check.sh, generate-logo.py,
install-hooks.sh).
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01VAyr8d7HuAdUGB6aA5xmDD
A variante clara tinha artefatos; a arte escura recortada serve aos dois temas. Saem a troca de
variante por tema, os arquivos -light e a fonte clara; os arquivos escuros viram guara.png e
guara-s.png e o script, o app, o servidor do guara ui e o README usam só eles.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
A arte do usuário (assets/logo/*-fonte.png) passa a ser a logo do projeto. scripts/processar-logo.py
tira o fundo (só o que toca a borda e os bolsões internos, com a faixa da borda refeita pela cor
real do desenho, sem halo) e gera as variantes clara e escura (768 e 128 px) e o ícone do app. O app
escolhe a variante pelo tema (barra lateral, topo e tela inicial), o favicon e o servidor do guara ui
passam a PNG, os ícones do Tauri são regenerados e o README usa <picture> para claro e escuro. A logo
SVG antiga e o gerador dela saem.
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Ao abrir, o app consulta o latest.json da release no GitHub; havendo versão nova, um cartão
oferece Atualizar agora: baixa, confere a assinatura com a chave pública embutida, instala e
reabre (AppImage substituído no lugar; Windows e macOS pelo instalador). Instalação por .deb ou
.rpm só avisa. Configurações ganha a opção de desligar a consulta e o botão Verificar agora.
A release assina os pacotes com a chave guardada no ambiente 'release' do GitHub (só tags v*) e
o latest.json é montado de uma vez por scripts/make-latest-json.py, depois que todos os jobs
de empacotamento terminam.
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No CI, com um XFS apagado pelo kernel, a recuperação por metadados não acha nada (o kernel zera
o inode e as extensões); o carving recupera o conteúdo de arquivos com estrutura reconhecível.
O teste de nome e pasta fica ignorado até o Guará ler o diário, e o roadmap e a documentação
passam a dizer isso em vez de marcar o XFS como validado.
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scripts/make-xfs-real-deletion.sh (precisa de root) monta uma imagem XFS por loop, grava
arquivos, apaga alguns e desmonta, deixando o hash de cada um em expected.tsv. O teste confere
que cada arquivo apagado volta pelo nome, na pasta certa e com o conteúdo original, e que os que
ficaram não aparecem como apagados. O CI do Linux gera a imagem com sudo e exige o teste.
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guara sign keygen, file, verify e recovery. Com chave configurada, recover e report
assinam sozinhos o manifesto e o relatório. A assinatura cobre hash, tamanho, nome, hora e
assinante e é Ed25519 comum (conferida com o openssl). A conferência de uma pasta de
recuperação refaz o hash de cada arquivo contra o manifesto e não deixa o manifesto apontar
para fora da pasta. A hora é a do relógio local, sem carimbo de terceiros (RFC 3161).
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QCOW2 e VMDK filhos leem o pai no que não alocaram (o QCOW2 respeita o formato do apoio;
o VMDK acha o pai por nome ou, no VirtualBox, por UUID, e recusa o filho se o CID do pai
mudou). Chunks LZFSE do DMG usam lzfse_rust, conferidos com dados do compressor de
referência da Apple. Snapshot real do VirtualBox entra como fixture.
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guara report relatorio.pdf (e o botão de relatório da interface, pela extensão) gera
as mesmas seções do HTML em PDF com fontes padrão, sem dependência nova. O relatório,
em PDF e HTML, passa a trazer a situação da trilha de auditoria e o hash da última
entrada. Conferido com pdfinfo e pdftotext.
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Cada ação sobre a evidência (inspect, scan, recover, image, hash, search, verify,
exportações e sessões) vira uma linha JSON com usuário, máquina, hora UTC e detalhes,
encadeada por SHA-256. guara audit lista e --verify aponta a entrada onde a cadeia
quebra. Senhas e chaves nunca entram no registro.
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Cada contêiner é aberto como o disco que contém, somente leitura, pela mesma
open_path das imagens E01 e AFF4. VHD e VHDX diferenciais seguem a cadeia de pais.
QCOW2 com arquivo de apoio, VMDK com pai, DMG cifrado e LZFSE são recusados com o
motivo. Conferido por hash contra o 7-Zip em imagens reais do dfvfs e do VirtualBox.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Percorre o spaceman, os chunk-info blocks e os bitmaps para entregar à varredura
profunda só os blocos não alocados. Contêineres com CAB voltam a varrer o volume
inteiro, com aviso. Conferido com a imagem de referência do dfvfs.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Consolida os PRs #27-#30 do Dependabot. O lz4_flex 0.14 exige a feature alloc quando default-features = false, caso contrário a API decompress que retorna Vec não é compilada.
Substitui os PRs #2 e #6 do Dependabot, que foram fechados e não são
recriados. Só o guara-core usa a crate (acesso a dispositivos no
Windows); o Cargo.lock passa a ter menos versões duplicadas.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
SMART completo (estado com % de vida útil, temperatura, horas e vezes
ligado, total lido/gravado, ficha do dispositivo e tabela de atributos
ATA e NVMe), leitura pelo disco que contém a partição e comando
`guara health`. Nova logo: a cabeça do guará recortada das trilhas de um
disco, nas cores do app.
Co-Authored-By: Claude Opus 5.5 <noreply@anthropic.com>
- Reconhece o mesmo disco por tamanho + impressão digital quando volta com outro nome.
- Varredura pausa sozinha (sem perder nada) se o dispositivo parar de responder.
- Sessões salvas automaticamente (atômico) e listadas em Recentes.
- Organização ao recuperar (pastas, tipo, data, tudo junto) e checagem de espaço livre.
- Botão de escolher a origem também em sessões pausadas.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
O AppImage traz o WebKitGTK sem os plugins de mídia do GStreamer; criar um <video>
derrubava o processo da página. O app Linux não cria mais <video>/<audio>: oferece
"Abrir no player do sistema". Clicar no preview abre a visualização grande.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Descoberto ao abrir uma sessão real: texto ASCII após um PNG truncado era lido
como tamanho de bloco (~1,9 GB). Também adiciona filtros para separar fotos de
ícones e falha cedo ao retomar sem a origem.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>