The updater reads latest.json from Gitea, built by scripts/make-latest-json.py
against the Gitea API (no gh CLI). Release workflow builds the Linux CLI and
the Linux+Windows desktop app, signs the updater artifacts and attaches
everything to the release.
Needs the repo secrets TAURI_SIGNING_PRIVATE_KEY and
TAURI_SIGNING_PRIVATE_KEY_PASSWORD, which I could not set (secret-store writes
are reserved for the user) - set them from ~/.tauri/guara-updater.key and
.pass before pushing a tag.
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The Gitea CI has one Linux runner; the GUI's Windows package is cross-compiled
from it, but there is no path to a macOS build without Apple hardware and a
developer account.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
Notes come from the matching CHANGELOG.md section. The macOS and Windows
binaries the old release workflow built need runners this Gitea does not have.
The CI also ignores .wolf, .claude and the release files.
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Linux-only runner, so the Windows and macOS legs and GitHub's audit action are
gone. The Rust toolchain, cargo registry and target directories live on the
runner's persistent toolcache volume. release.yml stays under .github and is
not run by Gitea.
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Só a logo nova: o guará com o anel laranja, uma arte transparente para os dois temas, no app, no
favicon, nos ícones e no README. Sem mudança de comportamento.
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O autor gerou a logo já sem fundo; ela passa a ser a arte oficial, usada em qualquer tema, e não é
mais alterada. scripts/processar-logo.py (que tirava o fundo) e a arte original com fundo saem;
scripts/gerar-logo.py só deriva guara-s.png (barra lateral e favicon) e o ícone do app, e os ícones
do Tauri são regenerados.
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A variante clara tinha artefatos; a arte escura recortada serve aos dois temas. Saem a troca de
variante por tema, os arquivos -light e a fonte clara; os arquivos escuros viram guara.png e
guara-s.png e o script, o app, o servidor do guara ui e o README usam só eles.
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A arte do usuário (assets/logo/*-fonte.png) passa a ser a logo do projeto. scripts/processar-logo.py
tira o fundo (só o que toca a borda e os bolsões internos, com a faixa da borda refeita pela cor
real do desenho, sem halo) e gera as variantes clara e escura (768 e 128 px) e o ícone do app. O app
escolhe a variante pelo tema (barra lateral, topo e tela inicial), o favicon e o servidor do guara ui
passam a PNG, os ícones do Tauri são regenerados e o README usa <picture> para claro e escuro. A logo
SVG antiga e o gerador dela saem.
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scripts/verificar.sh roda em segundos o mesmo que o CI roda (fmt, clippy -D warnings no workspace
inteiro, tradução, scripts, workflows) e, com --completo, os testes e o cargo audit. O hook de
pre-push (scripts/instalar-hooks.sh) a roda antes de cada push. O CI deixa de rodar em mudanças
só de documentação.
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O apt roda como root e deixa arquivos ilegíveis para o usuário do runner; o actions/cache
falhava com 'tar failed with exit code 2' e nunca salvava, então o cache dos .deb não valia.
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Versões, changelog e roadmap: atualização pelo próprio app, assinaturas Ed25519, QCOW2 e VMDK
diferenciais, DMG com LZFSE, imagens de referência no CI dos três sistemas e o teste de exclusão
real do XFS (que rebaixa o XFS para 🟡).
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O passo de ferramentas das imagens de teste levou 13 minutos num dia de espelho lento (803 s
no último run da main), como o do Tauri. scripts/apt-install.sh vira genérico (pasta de cache e
pacotes por argumento) e passa a servir aos dois.
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Ao abrir, o app consulta o latest.json da release no GitHub; havendo versão nova, um cartão
oferece Atualizar agora: baixa, confere a assinatura com a chave pública embutida, instala e
reabre (AppImage substituído no lugar; Windows e macOS pelo instalador). Instalação por .deb ou
.rpm só avisa. Configurações ganha a opção de desligar a consulta e o botão Verificar agora.
A release assina os pacotes com a chave guardada no ambiente 'release' do GitHub (só tags v*) e
o latest.json é montado de uma vez por scripts/make-latest-json.py, depois que todos os jobs
de empacotamento terminam.
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O passo do apt levou 22 e 28 minutos em duas execuções de um dia de espelho lento (o normal é
uns 35 s). O script usa os .deb em cache sem nem atualizar o índice e, sem cache, tenta até 3 vezes
com tempo limite por tentativa. Vale para o CI e para o job do app desktop da release.
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No CI, com um XFS apagado pelo kernel, a recuperação por metadados não acha nada (o kernel zera
o inode e as extensões); o carving recupera o conteúdo de arquivos com estrutura reconhecível.
O teste de nome e pasta fica ignorado até o Guará ler o diário, e o roadmap e a documentação
passam a dizer isso em vez de marcar o XFS como validado.
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scripts/make-xfs-real-deletion.sh (precisa de root) monta uma imagem XFS por loop, grava
arquivos, apaga alguns e desmonta, deixando o hash de cada um em expected.tsv. O teste confere
que cada arquivo apagado volta pelo nome, na pasta certa e com o conteúdo original, e que os que
ficaram não aparecem como apagados. O CI do Linux gera a imagem com sudo e exige o teste.
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Os testes com imagens reais (BitLocker, FileVault 2, dfvfs, AFF4, discos virtuais) só rodavam
na máquina de quem baixava as imagens; no CI eram pulados em silêncio. Agora o script de
download roda nos três sistemas, com cache pela versão do script.
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guara sign keygen, file, verify e recovery. Com chave configurada, recover e report
assinam sozinhos o manifesto e o relatório. A assinatura cobre hash, tamanho, nome, hora e
assinante e é Ed25519 comum (conferida com o openssl). A conferência de uma pasta de
recuperação refaz o hash de cada arquivo contra o manifesto e não deixa o manifesto apontar
para fora da pasta. A hora é a do relógio local, sem carimbo de terceiros (RFC 3161).
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QCOW2 e VMDK filhos leem o pai no que não alocaram (o QCOW2 respeita o formato do apoio;
o VMDK acha o pai por nome ou, no VirtualBox, por UUID, e recusa o filho se o CID do pai
mudou). Chunks LZFSE do DMG usam lzfse_rust, conferidos com dados do compressor de
referência da Apple. Snapshot real do VirtualBox entra como fixture.
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Os marcos 1.1 e 1.2 já foram lançados com outro conteúdo, e os contêineres de
disco virtual deixaram de ser pendência (restam só os casos recusados).
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