A arte do usuário (assets/logo/*-fonte.png) passa a ser a logo do projeto. scripts/processar-logo.py
tira o fundo (só o que toca a borda e os bolsões internos, com a faixa da borda refeita pela cor
real do desenho, sem halo) e gera as variantes clara e escura (768 e 128 px) e o ícone do app. O app
escolhe a variante pelo tema (barra lateral, topo e tela inicial), o favicon e o servidor do guara ui
passam a PNG, os ícones do Tauri são regenerados e o README usa <picture> para claro e escuro. A logo
SVG antiga e o gerador dela saem.
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scripts/verificar.sh roda em segundos o mesmo que o CI roda (fmt, clippy -D warnings no workspace
inteiro, tradução, scripts, workflows) e, com --completo, os testes e o cargo audit. O hook de
pre-push (scripts/instalar-hooks.sh) a roda antes de cada push. O CI deixa de rodar em mudanças
só de documentação.
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O apt roda como root e deixa arquivos ilegíveis para o usuário do runner; o actions/cache
falhava com 'tar failed with exit code 2' e nunca salvava, então o cache dos .deb não valia.
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Versões, changelog e roadmap: atualização pelo próprio app, assinaturas Ed25519, QCOW2 e VMDK
diferenciais, DMG com LZFSE, imagens de referência no CI dos três sistemas e o teste de exclusão
real do XFS (que rebaixa o XFS para 🟡).
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O passo de ferramentas das imagens de teste levou 13 minutos num dia de espelho lento (803 s
no último run da main), como o do Tauri. scripts/apt-install.sh vira genérico (pasta de cache e
pacotes por argumento) e passa a servir aos dois.
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Ao abrir, o app consulta o latest.json da release no GitHub; havendo versão nova, um cartão
oferece Atualizar agora: baixa, confere a assinatura com a chave pública embutida, instala e
reabre (AppImage substituído no lugar; Windows e macOS pelo instalador). Instalação por .deb ou
.rpm só avisa. Configurações ganha a opção de desligar a consulta e o botão Verificar agora.
A release assina os pacotes com a chave guardada no ambiente 'release' do GitHub (só tags v*) e
o latest.json é montado de uma vez por scripts/make-latest-json.py, depois que todos os jobs
de empacotamento terminam.
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O passo do apt levou 22 e 28 minutos em duas execuções de um dia de espelho lento (o normal é
uns 35 s). O script usa os .deb em cache sem nem atualizar o índice e, sem cache, tenta até 3 vezes
com tempo limite por tentativa. Vale para o CI e para o job do app desktop da release.
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No CI, com um XFS apagado pelo kernel, a recuperação por metadados não acha nada (o kernel zera
o inode e as extensões); o carving recupera o conteúdo de arquivos com estrutura reconhecível.
O teste de nome e pasta fica ignorado até o Guará ler o diário, e o roadmap e a documentação
passam a dizer isso em vez de marcar o XFS como validado.
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scripts/make-xfs-real-deletion.sh (precisa de root) monta uma imagem XFS por loop, grava
arquivos, apaga alguns e desmonta, deixando o hash de cada um em expected.tsv. O teste confere
que cada arquivo apagado volta pelo nome, na pasta certa e com o conteúdo original, e que os que
ficaram não aparecem como apagados. O CI do Linux gera a imagem com sudo e exige o teste.
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Os testes com imagens reais (BitLocker, FileVault 2, dfvfs, AFF4, discos virtuais) só rodavam
na máquina de quem baixava as imagens; no CI eram pulados em silêncio. Agora o script de
download roda nos três sistemas, com cache pela versão do script.
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guara sign keygen, file, verify e recovery. Com chave configurada, recover e report
assinam sozinhos o manifesto e o relatório. A assinatura cobre hash, tamanho, nome, hora e
assinante e é Ed25519 comum (conferida com o openssl). A conferência de uma pasta de
recuperação refaz o hash de cada arquivo contra o manifesto e não deixa o manifesto apontar
para fora da pasta. A hora é a do relógio local, sem carimbo de terceiros (RFC 3161).
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QCOW2 e VMDK filhos leem o pai no que não alocaram (o QCOW2 respeita o formato do apoio;
o VMDK acha o pai por nome ou, no VirtualBox, por UUID, e recusa o filho se o CID do pai
mudou). Chunks LZFSE do DMG usam lzfse_rust, conferidos com dados do compressor de
referência da Apple. Snapshot real do VirtualBox entra como fixture.
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Os marcos 1.1 e 1.2 já foram lançados com outro conteúdo, e os contêineres de
disco virtual deixaram de ser pendência (restam só os casos recusados).
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Versões, changelog e roadmap: discos virtuais (QCOW2, VMDK, VHD, VHDX, DMG), trilha
de auditoria encadeada por hash, relatório em PDF e mapa de espaço livre do APFS.
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guara report relatorio.pdf (e o botão de relatório da interface, pela extensão) gera
as mesmas seções do HTML em PDF com fontes padrão, sem dependência nova. O relatório,
em PDF e HTML, passa a trazer a situação da trilha de auditoria e o hash da última
entrada. Conferido com pdfinfo e pdftotext.
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Cada ação sobre a evidência (inspect, scan, recover, image, hash, search, verify,
exportações e sessões) vira uma linha JSON com usuário, máquina, hora UTC e detalhes,
encadeada por SHA-256. guara audit lista e --verify aponta a entrada onde a cadeia
quebra. Senhas e chaves nunca entram no registro.
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Percorre o spaceman, os chunk-info blocks e os bitmaps para entregar à varredura
profunda só os blocos não alocados. Contêineres com CAB voltam a varrer o volume
inteiro, com aviso. Conferido com a imagem de referência do dfvfs.
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Cada contêiner é aberto como o disco que contém, somente leitura, pela mesma
open_path das imagens E01 e AFF4. VHD e VHDX diferenciais seguem a cadeia de pais.
QCOW2 com arquivo de apoio, VMDK com pai, DMG cifrado e LZFSE são recusados com o
motivo. Conferido por hash contra o 7-Zip em imagens reais do dfvfs e do VirtualBox.
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Consolida os PRs #27-#30 do Dependabot. O lz4_flex 0.14 exige a feature alloc quando default-features = false, caso contrário a API decompress que retorna Vec não é compilada.
Docker do terminal, telas da interface, documentação em inglês com
tradução em português, interface em inglês completa, correção das
listas de select no tema escuro e atualização de getrandom, windows-sys
e GitHub Actions. Sem mudança na lógica de varredura ou recuperação.
cargo fmt, clippy -D warnings e cargo audit limpos.
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
Substitui os PRs #2 e #6 do Dependabot, que foram fechados e não são
recriados. Só o guara-core usa a crate (acesso a dispositivos no
Windows); o Cargo.lock passa a ter menos versões duplicadas.
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Substitui os PRs do Dependabot #4, #7 e #9, que foram fechados e não são
recriados. O github-script só é usado no release.yml, apenas com
github.rest, context e require('fs'), que seguem valendo na versão 9.
tauri-action continua em v0 de propósito: a v1 passa a atualizar nome e
corpo de releases existentes e isso não dá para testar sem uma release.
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Seis imagens (explorador claro, escuro e Configurações, em inglês e
português) da interface real rodando sobre uma imagem sintética de 72
fotos geradas por scripts/make-photo-fixture.py. Página nova
docs/interface.md (en e pt-BR) e imagem na página de arquitetura.
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O .select tem fundo translúcido e as option herdavam só a cor do texto.
No tema escuro (ou Auto com o sistema em escuro) o texto fica claro e a
lista aberta do navegador vinha com fundo branco: o seletor de Idioma e
o de Ordenar ficavam ilegíveis. As option agora usam --surface e --text.
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Achados ao rodar a interface real em inglês e varrer o DOM:
- campos de metadados (EXIF, PDF, MP4), tipos de arquivo e rótulos de
saúde do disco que vêm do núcleo em Rust;
- textos que a interface divide em nós separados ("1 selecionado",
"Sessão: nome", "Imagem · 27 KB", categorias com emoji);
- avisos do visualizador de SQLite.
Datas e títulos de mês são montados em JS no momento do desenho e
ficavam no idioma antigo depois de trocar em Configurações. O
explorador ganha relang() e a janela de Configurações o chama.
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
Dockerfile em dois estágios (compila guara-cli e copia o binário para
debian-slim com smartmontools). Serve para hospedeiros Linux, servidores
sem desktop e arquivos de imagem forense. A interface gráfica fica de
fora de propósito: o guara ui só aceita 127.0.0.1.
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
- setup: copia .env, .env.* e CLAUDE.md da raiz (sem sobrescrever) e
baixa as dependências com cargo fetch --locked. Pode rodar de novo.
- run: guara ui --no-open. A porta padrão é 0, então cada workspace
recebe uma porta livre do sistema e a URL com o token sai no terminal.
- teardown: encerra o guara ui que ainda esteja vivo neste workspace.
- .gitignore passa a ignorar .env e .env.*.
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
Textos que apareciam em português no modo inglês: opções de volumes
cifrados e RAID, diálogo de criar imagem, resultados, partições,
campos de saúde do disco vindos do núcleo, pré-visualização e erros.
O rótulo "Formato" do diálogo de imagem era traduzido como "Form factor"
(ficha do disco). Agora é "Formato da imagem" ("Image format").
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Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
README, ROADMAP, CHANGELOG, CONTRIBUTING, SECURITY e docs/ passam a ter
a versão principal em inglês. As versões em português ficam em
*.pt-BR.md e docs/pt-BR/, com seletor de idioma no topo de cada arquivo.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Claude-Session: https://claude.ai/code/session_01RRZm8uTVN3WLTwcbrDQAUM
README reescrito refletindo o estado real pós-1.0.0 (ext4, APFS, HFS+,
Btrfs, XFS, BitLocker, LUKS, FileVault 2, RAID, LVM, E01/Ex01, AFF4, JPEG
fragmentado, MP4 sem moov), com links para a documentação nova.
ROADMAP.md: histórico de versões e dez áreas com estado (feito, parcial,
planejado, ideia de longo prazo), incluindo cadeia de custódia, análise
forense, interpretação de artefatos e extração de dispositivos móveis.
docs/suporte.md, docs/cli.md e docs/arquitetura.md: matriz de suporte,
referência de comandos e mapa dos módulos do núcleo. Removido docs/ do
.gitignore, já que passa a ser documentação pública do projeto.
CONTRIBUTING.md: seções para adicionar sistema de arquivos, baixar dados
de referência e manter a documentação atualizada.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
SMART completo (estado com % de vida útil, temperatura, horas e vezes
ligado, total lido/gravado, ficha do dispositivo e tabela de atributos
ATA e NVMe), leitura pelo disco que contém a partição e comando
`guara health`. Nova logo: a cabeça do guará recortada das trilhas de um
disco, nas cores do app.
Co-Authored-By: Claude Opus 5.5 <noreply@anthropic.com>
Cabeça do lobo-guará contornada sobre foto de referência, com as regiões de
cor do animal real em tons de verde-azulado e o pescoço se desfazendo em
estilhaços.
Co-Authored-By: Claude Opus 5.5 <noreply@anthropic.com>
- Reconhece o mesmo disco por tamanho + impressão digital quando volta com outro nome.
- Varredura pausa sozinha (sem perder nada) se o dispositivo parar de responder.
- Sessões salvas automaticamente (atômico) e listadas em Recentes.
- Organização ao recuperar (pastas, tipo, data, tudo junto) e checagem de espaço livre.
- Botão de escolher a origem também em sessões pausadas.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
O AppImage traz o WebKitGTK sem os plugins de mídia do GStreamer; criar um <video>
derrubava o processo da página. O app Linux não cria mais <video>/<audio>: oferece
"Abrir no player do sistema". Clicar no preview abre a visualização grande.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Descoberto ao abrir uma sessão real: texto ASCII após um PNG truncado era lido
como tamanho de bloco (~1,9 GB). Também adiciona filtros para separar fotos de
ícones e falha cedo ao retomar sem a origem.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Sessões, CSV, relatórios, imagens e arquivos recuperados (e as pastas criadas)
passam ao dono do sudo/pkexec, e a pasta sugerida é a do usuário, não /root.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Antes, abrir uma sessão cuja origem não estava acessível (ou cujo arquivo não podia
ser lido, como em /root) falhava por inteiro com erro vago. Agora a sessão abre,
permite navegar/exportar e a origem pode ser reconectada. Testes cobrem sessões
gravadas pela v0.1.0.
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- Explorador com grade/lista virtualizada, navegação por tipo, data EXIF, pasta e
câmera, seleção estilo gerenciador de arquivos e visualização rápida.
- Miniaturas no núcleo, metadados (EXIF, PDF, Office, MP4), datas MACB do NTFS/FAT/exFAT.
- Hashes MD5/SHA-1/SHA-256, busca de texto no disco, exportação CSV, relatório HTML,
detecção de duplicadas, tema, correções de interface e textos sem travessões.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Validada pelo autor. Gerada de forma determinística por scripts/make-logo.py;
ícones do app regenerados a partir dela.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
- Preview de imagem, vídeo/MP4, áudio, PDF (pdf.js), texto, Office/ODF, ZIP e hex,
lido sob demanda com Range; tela cheia com navegação por teclado.
- Seletor de tema Auto/Claro/Escuro persistido (vale também como administrador).
- Identidade verde-azulada com logo de pixels que formam um lobo.
- Corrige reinício como administrador no AppImage (usa $APPIMAGE) e mostra o motivo.
- Corrige barra inferior piscando (render idempotente, barra criada uma vez).
- Corrige FAT32 em mídias pequenas não reconhecido.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>
Núcleo em Rust somente leitura: NTFS, FAT, exFAT, partições MBR/GPT e perdidas,
carving por estrutura, fusão sem duplicatas, confiança por arquivo, imagem
forense, pausar/retomar. CLI `guara`, UI web/Tauri, CI e releases por tag.
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5.5 <noreply@anthropic.com>